Swing
- Dots Contos
- 21 de ago. de 2025
- 3 min de leitura
Atualizado: 26 de set. de 2025
Essa era uma daquelas noites em que ninguém mais me saciaria.
Eu precisava dele,
minha fraqueza,
meu vício.
Lixo!
Ele me negava mais uma vez,
dizendo que só viria se fôssemos ao swing.
Ele sempre dizia isso,
e eu nunca tive autoestima suficiente.
O álcool sempre me ajuda,
me embriago e assim me permito.
A ideia da exposição sempre me excitou,
mas nunca havia, de fato, me despido em público,
tão pouco trepado com plateia.
Já havia recusado muitos convites.
Mas esse puto já estava me instigando há algum tempo.
Lixo!
Sua vontade de me ver sendo fodida por outro,
a forma como ele se excitava só em falar...
Acabei topando.
No caminho, ele me negou,
dizendo que só o teria quando chegasse.
Eu não me aguentava.
Queria sentir seu gosto.
Enfim, chegamos à casa.
Eu estava meio trêmula já peguei um drink mais forte.
Ele me levou para conhecer os ambientes,
me fazia andar na frente,
me exibia com um riso na cara.
E aquela cara de safado me excitava.
Aos poucos, comecei a me soltar.
Reparei em alguns casais nos fitando.
Ele me levou de volta para os labirintos escuros.
Um jovem casal nos seguiu.
Em uma salinha com buracos, começamos.
Muitos paus brotaram das aberturas.
Ele me exibia, queria mostrar como eu era boa.
Queria que o moço provasse meu boquete.
E quando engoli a rola do rapaz, ele urrou.
Meu homem riu, como se dissesse:
"Eu disse que ela era boa."
Ele me fez engolir as duas rolas, gabando-se,
exibindo minhas habilidades.
Se orgulhava em dizer que eu era dele e o obedecia.
A moça percebeu o entusiasmo e também quis me provar.
Eu nunca havia beijado uma mulher antes,
mas isso não foi problema.
Estávamos os quatro muito envolvidos.
Mais um rapaz foi aceito na sala.
Um homem forte, de corpo definido e lábios carnudos.
Ele foi foder a outra moça, porque,
naquele momento,
dois paus fodiam minha buceta.
Nem eu acreditava.
Que delícia era sentir duas rolas.
Que excitação ver o tesão dos dois me fodendo.
Eu gemia alto,
e eles riam.
Que delícia é ser fodida assim.
Trocamos de parceiros,
mas meu homem não quis foder outra aquela noite.
Ele me disse no ouvido:
"Eu só quero ver o quanto você aguenta."
Enquanto a menina o chupava,
os outros dois se revezavam me fodendo a garganta e a buceta.
Isso chamou muita atenção na casa.
Saímos da sala suados e rindo como nunca.
Depois de lavar o rosto, pegar um pouco de ar e mais um drink, voltamos para os labirintos.
Escolhemos uma sala com cama.
Alguns casais já se pegavam nas beiradas.
Foi quando o rapaz forte nos encontrou novamente.
Começamos a nos pegar ali na pontinha da cabeceira.
Mas, assim que ficamos sem roupa, ganhamos espaço.
Muitos se afastaram.
Alguns tentaram se aproximar,
mas meu macho não deixava.
O palco agora era nosso.
Aqueles dois homens deliciosos me fodendo,
tapas ecoando,
meus gritos e gemidos levando a plateia ao delírio.
Eu me sentia desejada.
Meu prazer era ver o desejo deles.
As pessoas em pé ao redor da cama nos assistiam.
A sala encheu.
Assim que o rapaz gozou, ele se retirou.
Então continuamos só eu e ele.
Com a raba bem empinada,
ele me fodia em pé,
colocando um pé no meu pescoço.
Ele me imobilizou,
afundando minha cara no colchão.
Eu ria e pedia sua porra.
Ele me chamava de cadela e
batia forte na minha bunda.
Ele uivou com seu gozo.
Eu tremia por inteiro.
Filho da puta canalha.
Me puxou dali e me levou embora.
Fomos rindo e aprontando até chegar em casa.
No portão, ele ainda me queria.
Tinha algo que eu lhe negava.
Ele queria foder meu rabo.
E eu também queria mais.
Me posicionei no vão entre os bancos,
e ele me dominou.
Meu macho.
Todo aquele tesão.
Ele me fodia com tanta vontade.
Estocava fundo no meu cuzinho.
Que delícia seu desejo.
Que delícia te ouvir gozando.
Aquela noite eu me senti a mulher mais incrível e desejada do mundo.
E mais uma vez nos despedimos,
Mas eu sei que ele volta.

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