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O Corninho Gostoso

Muitas vezes me perguntaram se eu sairia com um seguidor. Eu sempre achei essa pergunta estranha. Não me vejo como uma criadora de conteúdos, só gosto de me exibir, escrever sobre meus desejos e experiências.

 

Mas foi assim que eu o conheci. Ele me adicionou, e eu comecei a segui-lo também.

 

Eu não sou uma pessoa dotada de memória. Nesse mundo de conversas rasas, é difícil eu manter meu interesse em alguém.

 

E depois de meses de foguinhos e coraçõezinhos, enfim, ele mandou a foto da rola e me contou dos seus 1,98 m de altura.

 

Eu não sou alta, tenho só 1,69 m. Porém, sinto uma grande atração por homens grandes e rolas cabeçudas.

 

Conversamos sobre nossos desejos e fantasias. Ele me revelou que gostava de ser cuckold e que era bi. Isso me deixou eufórica e me encheu de tesão — afinal, já faz um tempo que meu maior desejo tem sido um ménage com homens bi.

 

Sou apaixonada por corpos masculinos. Gosto do cheiro de testosterona, do suor e do gemido grosso.

 

Que delícia que é um macho urrando!

 

Já tem um tempo que consumo apenas pornografia com homens bissexuais, então saber que eu teria um macho que poderia me dar esse prazer fez com que eu me interessasse mais.

 

Eu queria ele!

 

Combinamos na minha casa, no dia seguinte.

 

Quando abro o portão, me deparo com um preto de 2 metros, usando roupas sociais e cabelinho na régua.

 

Ele me abraça — um abraço que me envolve inteira.

 

E que braços enormes!

 

Sua boca carnuda me beija, já me devorando.

 

Entramos em casa. Estava frio e eu usava uma calça de malha bem enfiada na bunda. Por baixo, uma calcinha minúscula, que se perdia enfiada no meu rabo.

 

Ofereci um vinho que eu já bebia e montei no seu colo. Minha sede era daquele corpo. Eu ansiava por saborear aquela rola.

 

Ajudo ele a tirar sua roupa. Minhas mãos ficam pequenas em qualquer membro desse homem.

 

Tiro suas calças, já me colocando de joelhos. Seu pau latejava com as veias saltadas.

 

Uma rola grossa, com a cabeça redonda e brilhante.

 

Minha boca saliva. Eu viajo ali, mamando aquele gigante.

 

Ele ainda quer ser corno??

 

Como querer outro, tendo aquela rola perfeita?

 

Mas ele sabe que eu não sou mulher de um só.

 

Eu saboreava aquela rola cabeçuda, engolindo e sufocando com ela na minha garganta. Imaginando outro homem com uma rola ainda maior, juntando-se a nós dois.

 

Montei no boi, apertei bem sua rola, espremendo forte na base, e enfiei na minha buceta melada.

 

Eu que me fodia com a sua rola. Eu dominava aquele homem enorme, batendo e cuspindo na sua cara.

 

— Então você quer ser meu corninho?

 

Ele respondia afirmando, com um gemido fino, quase explodindo de tesão.

 

Eu continuava, provocando e dizendo quantos homens queriam me foder.

 

Quanto mais eu falava, mais ele gemia. Mais eu via seu tesão naquilo tudo.

 

Eu ria e quicava naquela rola enorme. Minha buceta toda melada. Eu sentia o gozo dele vindo.

 

— Vai me encher de porra então, filho da puta! E vai lamber tudo!

 

Eu já tinha me mijado toda quando ele gozou.

 

Ele gritava como uma putinha que ia gozar.

 

Me encheu de porra, o canalha. Senti a porra escorrendo, se misturando com meu gozo.

 

— Agora você vai me chupar! Vai lamber toda sua porra! Vai fazer assim quando outro macho gozar em mim. Vai ter que limpar tudinho!

 

E ele foi sem hesitar. Encheu a boca na minha buceta cheia de porra.

 

Que boca deliciosa, quente e macia.

 

Filho da puta sabe chupar!!!

 

Eu nunca senti tanto tesão em uma chupada assim.

 

Caralho de homem gostoso!

 

Como ele fazia aquilo?

 

Eu implorava pra ele parar. Ele não parava. Eu não parava!

 

Meu gozo parecia não acabar. Minhas pernas tremiam, eu esguichando e ele lambendo.

 

Eu tentava fugir, mas ele é muito forte.

 

Batia em suas costas, arranhava, tentava escapar e não conseguia.

 

Ele me engolia!

 

Eu não parava de gozar e não tinha mais forças.

 

Ele só parou quando me rendi e caí exausta.

 

Filho da puta de corno gostoso!

 

Você vai ter seu castigo!

 

Peguei minha malinha. Eu não ia perdoar.

 

Ele merecia ser castigado.

 

Tomamos um banho e voltamos pra cama, já fodendo de novo.

 

Ele é incansável!

 

E eu amo mamar, mesmo que minha boca fique toda assada no dia seguinte e a garganta lesionada.

 

Mas entre uma engasgada e outra, a intenção era produzir muita saliva. Eu sei bem o que quero.

 

E eu queria era foder o cu desse putinho.

 

Deixei tudo melado, lambia as bolas e o rabo. Ele já se abriu todo.

 

— Vou te foder, seu putinho!

 

Lambuzei seu rabo todo com lubrificante e soquei um pau de borracha maior que o dele.

 

Ele gemia e se contorcia. Eu gargalhava.

 

Que tesão foder um gigante desses! Que delícia essa sensação de poder.

 

Ele gemia que nem uma putinha, e minha buceta latejava.

 

Eu sentia um êxtase absurdo e uma ira incontrolável.

 

Socava com vontade!

 

Gosto de arregaçar mesmo. Quero que implore pra eu parar.

 

Mas ele aguenta muito.

 

Um pau inteirinho socando no seu rabo.

 

Arregacei o rabo do corninho com todo meu ódio, e ele me disse que eu seria dele, sua Deusa.

 

Foram cinco horas de muito tesão e um café da manhã maravilhoso com muitos planos para novas aventuras.

 
 
 

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