O Criador de conteúdo
- Dots Contos
- 24 de ago. de 2025
- 4 min de leitura
Sempre gostei de provocar os homens. Comecei muito cedo a entender o poder do meu olhar e da minha buceta.
Cara de safada!
Todos diziam.
Sim, eu sempre tive uma carinha de safada, até quando não tinha intenção de ser.
Com 19 anos, comecei a me despir em frente às câmeras, mas sempre de forma amadora, só por tesão mesmo.
Nunca me senti muito confortável em ser fotografada, porém, agora, aos 41 anos, decidi me permitir e me desafiar.
Esses dias atrás, topei uma proposta até então inédita para mim: gravar conteúdo para o Privacy.
Apesar de eu ter meu Privacy há quase um ano, nunca gravei nada com ninguém que fosse realmente criador. E esse convite me deixou muito eufórica e excitada.
Nós já nos seguíamos, mas nunca havíamos conversado antes dessa proposta.
Trocamos alguns vídeos e a conversa esquentou. Confesso que eu não havia me animado muito antes, mas quando vi aquela rola enorme, minha boca salivou.
Não entendo muito quando as pessoas reclamam de vídeos ou fotos de rolas — eu particularmente adoro.
Raramente saio com um homem sem avaliar sua rola. Não importa o quão interessante a pessoa seja: se a rola não me fizer salivar, não vai rolar nada.
E aquela rola com certeza me fez salivar.
Uma rola grossa, cabeçuda e veiúda.
Gosto quando a cabeça é grande e bem desenhada — dá pra sentir na penetração, melhor ainda quando enche a boca e quase não passa na garganta.
Marcamos um sábado à tarde na minha casa. Fiquei a semana toda ansiosa.
Separei algumas lingeries para fotografar, fiz uma make mais natural e escovei os cabelos. Me vesti com uma lingerie clarinha e coloquei um quimono de tricot — algo combinando com a estética do campo que minha casa tem.
E foi assim que eu o recebi: vestindo uma lingerie e um quimono.
Havíamos combinado de fazer as fotos primeiro, mas assim que ele chegou, nos beijamos no portão. Um beijo molhado e cheio de desejo. Senti seu pau na bermuda e não resisti — enchi minha mão e minha buceta contraiu na hora.
Eu não resisto a uma rola boa e uma boca carnuda.
Ele também me parecia bem eufórico e cheio de tesão.
Puxei ele para a varanda e já baixei sua bermuda, me colocando aos seus pés.
Que rola linda!
Ao contrário da maioria, ela era bem maior do que aparentava nos vídeos.
Eu me perdi ali, babando e engasgando naquele pedaço enorme de carne.
Ele me segurava pelos cabelos e me fazia ficar sem ar, engasgando e contraindo a garganta, apertando seu pau.
Foi difícil passar pela garganta, quase não consigo.
Mas sou dedicada e não me rendo fácil — mesmo que depois fique com algumas lesões na garganta (no caso, 1 semana de garganta lesionada).
Mas o prazer de ver o prazer do outro me pega demais.
Nossa tarde estava só começando. Não aguentamos esperar.
Fomos direto para a cama. Esse homem delicioso se colocou entre minhas pernas e fez o que poucos conseguem.
Me lambeu e me chupou de forma tão maravilhosa, me deixando bem melada. Começou a me foder com os dedos enquanto me sugava.
Eu sou tão cadelinha de mamar pau, que poucas vezes me entrego quando alguém me chupa.
Mas aquela boca deliciosa sabia bem o que fazer.
Eu já me grudava nos lençóis com tanta força que senti minhas unhas se quebrando.
Não aguentei muito tempo. A sincronia dos dedos grossos e compridos me fodendo com aquela boca carnuda e babada... acabei mijando na sua boca, esguichando e molhando todo o lençol.
Eu gemia, tremia e me contorcia.
Mas ele não parava.
Canalha, continuava me sugando.
Lambendo meu gozo todo.
Eu já tinha perdido as forças ali. Virei uma boneca de pano — mole e sem ação.
Mas o canalha queria sentir minha buceta contraindo.
Ele montou em mim e deslizou sua rola cabeçuda na minha buceta melada e apertada.
Eu senti sua cabeça deslizando, me atravessando.
Senti o vai e vem e a pulsação do sangue na sua rola.
Beijava e mordia sua boca enquanto me fodia, arranhava suas costas de tanto tesão.
Ele conseguiu manter meu orgasmo o tempo todo. Minha buceta mijava sem parar.
Mas eu queria sentir sua porra. Ele havia me avisado que não gozava tão fácil — mas eu gosto de um desafio.
Me coloquei nos pés da cama, de cabeça pra baixo, fazendo com que minha boca ficasse em uma posição favorável para ser fodida.
Ele olhou com um sorrisinho canalha e se posicionou para foder minha garganta.
Aquela rola enorme deslizando inteira pela minha garganta... dava pra ver seu volume no meu pescoço, que, aliás, o canalha apertava com uma das mãos.
Muitas vezes engasguei com minha saliva indo para o nariz, outras tive ânsia com a rola. Ambas as vezes mais saliva era produzida e a rola era apertada em cada contração de engasgo.
Eu senti seu pau ficando maior e as veias cada vez mais saltadas.
Foi quando ele me pôs de quatro. Eu empinei o máximo que pude.
Cara afundada no colchão, costas curvas e a raba lá em cima.
E ele socou aquela rola explodindo na minha buceta inchada.
Socava e urrava.
Aumentando a velocidade.
Aumentando o urro.
Eu gemia no ritmo.
Apertava sua rola com a buceta.
Agarrava os lençóis com toda minha força.
Ele socava e socava com ódio —
Até jorrar dentro de mim,
Enchendo minha buceta de porra quentinha.
Eu adoro sentir a porra jorrando dentro de mim —
E depois escorrendo pela buceta.
Terminamos rindo muito e não gravando nada.
Ao menos, essa parte ficou apenas para essa narrativa.
Mas levantamos, tomamos um banho e bebemos muita água.
Seguimos os planos de fotografar e gravar alguns vídeos.
O que também não durou muito.
O mais gostoso desse dia foi ver ele gozando uma segunda vez, dessa vez na minha cara.
Pra quem disse que não gozava...

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