Putinha do cursinho - O Pequenino
- Dots Contos
- 23 de ago. de 2025
- 4 min de leitura
Seu nome era Juliano, um jovem careca meio skinhead e extremamente gato.
Era o alvo da maioria das garotas do cursinho, eu já havia virado sua amiga no primeiro dia de aula.
Ele era minha testemunha das artes durante a aula com o professor, ria da minha ousadia e da cara do otário do meu namorado corno.
Eu não entendia bem porque ele não se pegava com as meninas, perguntei se ele era gay mas ele me respondeu que não, que só não achava ninguém ali interessante.
Acabou que nos aproximamos e ele entrou pra lista dos caras que me ajudaram a cornear meu namorado.
Que delicia era gozar na sua mão durante a aula sem nenhum pudor, alguns alunos já haviam percebido e ficavam em choque com nossa falta de vergonha.
Eu sempre adorei ser observada e aquilo me excitava muito, mas ele não deixava que eu o tocasse, me negava sua rola de uma forma que eu nunca havia experimentado.
No começo achei que era por fetiche, que estava apenas me castigando. A privação e negação sempre me excitaram, então fazia parte da diversão.
Mas a brincadeira já havia evoluído muito e eu precisava trepar com aquele canalha, então depois de muito eu implorar ele marcou um dia para irmos na sua casa.
Cheguei e ele já me jogou na cama de forma violenta, deu uns tapas na minha cara me chamando de piranha, foi logo arrancando minha roupa e me botando de quatro.
Afundou sua cara na minha raba e parecia me mastigar, me devorando com a boca e me deixando extremamente molhada.
Foi quando começou com as mãos, eu já sabia que ele tinha esse talento, na sala de aula eu gozava em poucos minutos.
Mas dessa vez ele estava empenhado, com minha raba bem empinada ele começou a testar meus limites.
Ele era muito bom nisso, fodia meu cú com dois dedos e enfiava quase a mão toda na minha buceta.
Eu gemia tão alto e ele me arregaçava com as mãos.
Eu não conseguia reagir, filho da puta, canalha!!!!
Sua mão deslizava com facilidade na minha buceta já toda melada e ele revezava enfiando os dedos no meu cú, me alargando toda.
Eu surtei, comecei a gritar de tanto tesão.
Ele enfiou uns quatro dedos no meu rabo e fodia com ódio.
Eu não aguentava mais, aquele era meu limite.
Eu perdi o controle e quando gozei acabei mijando na sua cama, não consegui me segurar.
Ele enfiou a cara enquanto eu mijava e se lambuzou todo, se deliciando com meu gozo.
Eu ria e me contorcia em gozo e mijo.
Puto!!!!!!
Como ele conseguiu fazer aquilo?!
Me recompus da gozada e quis retribuir, foi quando enfim arranquei sua cueca.
Eu não nego que na hora fiquei meio em choque, eu nunca tinha visto um pau tão pequeno e confesso que até hoje ainda não teve ninguém que superou aquele pequenino.
Um pau do tamanho do meu dedo polegar.
Mas me coloquei na missão de chupar aquele Pauzinho, ele merecia.
Babei tanto naquele pedacinho de carne, que a baba escorreu para seu cú e eu não resisti.
Olhei com maldade para seus olhos e disse:
- Então agora é minha vez de te foder!
Com seu cu já todo melado, comecei com 1, 2, 3, 4 dedinhos.
Ele se contorcia com seu pequenino pau mole, mas eu sabia que ele aguentava mais, eu me mordia, queria judiar mesmo.
Afinal ele já tinha me arregaçado toda e eu não ia deixar barato.
Ele se contorcia e punhetava seu pauzinho.
Ahhh...Seu filho da puta sem pau!
Me arregaçou toda e nem pau tem!!!
Agora eu vou descontar.
Eu nunca soquei no cú de alguém com tanto ódio.
Peguei uma camisinha e cobri minha mão,
Encharquei ela de lubrificante e decidi que eu iria virar aquele cú do avesso.
Aquele homem lindo e sem pau?
Canalha!
Me fez passar semanas sonhando com sua rola,
Me fez ir até a casa dele,
Pra chegar lá e não ter rola?!!
Ele não sabia do que eu era capaz.
Virei ele e mandei empinar aquele cú pra mim,
Ele obedeceu como um vira-lata.
Eu batia na sua bunda com tanto ódio que os vergonhes subiam na mesma hora.
Comecei enfiar minha mão com as pontas dos 5 dedos
Mas tava tão melado que quando vi minha mão já tinha sido tragada pra dentro do seu cú.
Então não resisti, comecei a foder rapidamente, ele gritava.
Eu o mandava calar a boca e socava sem dó.
Que delicia aquela sensação de controle, que delicia era ver ele gemendo quase chorando e rindo ao mesmo tempo.
Minha buceta latejava e contraia, eu ria e fodia sem parar.
Enfiando minha mão toda naquele cú arrombado,
Tirei a mão rapidamente e ele gritou.
Com o cu aberto seu pequeno pau jorrou uma quantidade enorme de porra.
Fiz questão que ele engolisse tudinho, peguei a porra e enfiei na sua boca.
Dei dois tapas na sua cara rindo,
enquanto ele saboreava sua porra
com as lagrimas ainda escorrendo dos seus olhos.
Fui embora dali me sentindo muito foda.
Mas a melhor parte foi não ter lavado as mãos.
Sim querides, não esqueçam do meu corninho.
É claro que eu iria me encontrar com ele depois dessa lambança.
Meu maior prazer naquela noite foi ver o corno lambendo meus dedos com o gosto do cú do outro macho.
Lambeu cada dedinho e saboreou sem saber o gosto do cú do Juliano.

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