Putinha do cursinho
- Dots Contos
- 23 de ago. de 2025
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Eu também já fui uma jovem estudante. E foi na época de cursinho, aos 19 anos, que descobri meu poder de sedução.
Com 55 kg distribuídos em 1,70 cm de altura, uma cintura fina, cabelos castanhos longos e uma bunda avantajada, eu atraía olhares por onde passava. Meu rosto de boneca trazia aquele ar de safadeza que só piorava as coisas.
Era o início dos anos 2000, a moda eram as calças jeans de cintura baixa. Eu adorava usar calcinhas pequenininhas tipo fio-dental que aparecia quando me abaixava e uma calça jeans de boca larga, combinada com sandálias plataforma, que me deixavam ainda mais alta e chamativa.
Logo no começo do curso, me apaixonei por um babaca que me traiu com uma garota insossa da sala.
Foi então que a tia da cantina, ao me ver chorando, me deu um sacode:
— Menina, acorda! Você é a fantasia desses moleques! Eles param pra te ver passar e você é o assunto de todo intervalo.
Eu, que até então não havia percebido o efeito que causava, decidi que era hora de mudar.
Não terminei com o babaca. Não, isso seria pouco.
Eu queria vingança!
Decidi que seria a mais vagabunda daquele cursinho, eu iria trepar com todos por quem me sentisse atraída e todos saberiam que eu era a namoradinha daquele babaca.
Fazia questão de desfilar de mãos dadas com o otário e de humilhar ele na frente de todos.
E assim comecei a descobrir o meu poder e as delícia de ser uma putinha.
Putinha do cursinho – O professor
Comecei com o professor de biologia, minha matéria preferida.
Me sentava na primeira fileira, em uma das aulas levei um pirulito para provocar o professor, com minha cara de ninfeta safada olhava para ele, rodando o pirulito nos lábios, deixava a boca bem melada e dava mordidinhas no lábio inferior. O professor se perdia na aula e gaguejava, eu ria silenciosamente.
Repetia isso em todas as aulas e o professor já se tremia quando me via, mas ele não imaginava quão safada eu era e que aqueles olhares eram só o começo do jogo.
Então um dia fui de saia curta e sem calcinha, lembrando que eu me sentava na primeira fileira.
Passei pelo professor no corredor e perguntei se gostou da minha saia, ele me segurou pelos braços e disse para que me comportasse, que me tiraria da sala.
Mas eu nunca fui uma menina obediente, me sentei novamente posicionada de frente para o professor, ele relutava em me olhar.
Subi aos poucos a saia, deslizando o tecido pelas coxas e conforme o tecido subia minhas pernas se afastavam, revelando minha buceta lisinha e rosada.
Ele podia até relutar, mas eu sabia que uma hora ele iria olhar, ele não resistiria. E quando seus olhos avistaram minha bucetinha ali toda rosinha, ele gaguejou e tropeçou no fio do microfone.
Precisou sentar-se para continuar a aula.
Eu ria com o canto da boca e o encarava firmemente, ele terminou a aula e saiu apressado.
No intervalo sai para fumar um cigarro e lá estava ele com meu namoradinho e alguns amigos, cheguei e dei um beijo bem molhado no meu Corninho, lambendo seus lábios.
O professor nos encarava e parecia salivar junto com nosso beijo.
Decidimos ir no boteco do lado, como fazíamos sempre e dessa vez o professor foi junto.
Meus pensamentos já eram os mais safados possíveis neste momento.
Queria atrair o professor para o banheiro de qualquer forma, queria corromper o homem de qualquer jeito.
Vi a aliança no seu dedo, mas isso não me intimidava.
Sentei de frente ao professor, ele sabia que eu estava sem calcinha, mas tirei também o sapato e enquanto todos bebiam e falavam alto eu acariciava sua perna com meus pés.
O professor não conseguia disfarçar, levantou e foi ao banheiro.
Era minha deixa, vesti rapidamente minhas sandálias e fui atrás do homem.
Fiquei na porta, aguardando ele sair e assim que ele saiu o puxei para o banheiro feminino
O homem se tremia e me chamava de doida, mandei que se calasse e enfiei minha língua em sua boca ao mesmo tempo que levei sua mão para baixo de minha saia.
Ele sentiu minha buceta melada e se rendeu, me puxou pelos cabelos e me virou de costas, sussurrando em meu ouvido “sua putinha, quer rola neh vagabunda”
Sim!!! Eu queria, queria aquele homem estocando em mim.
Ele tirou sua rola, já quase explodindo, dura como Rocha.
Me segurando com ódio e desejo, me fodendo com violência como se me castigasse por ter me comportado mal.
Ele não conseguiu se segurar por muito tempo, todo aquele tesão repreendido jorrou sob minha bunda.
Eu limpei a porra, mas antes dele sair fiz questão que ele me visse passando sua porra nos lábios.
Ele saiu ainda meio desnorteado e rindo, não demorou muito voltei pra mesa e fiz questão de beijar meu Corninho, o professor quase engasga com a cerveja e eu olhava para ele enquanto beijava o imbecil que teve a péssima ideia de me enganar.
E esse foi só o primeiro, esse babaca iria lamber muita porra de outros machos.

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