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O Profano - Reencontro

Atualizado: 24 de ago. de 2025

Nós já havíamos saído a uns 8 anos atrás, 

mas na época eu queria um relacionamento e acabei me fazendo de boa moça. 

Ele já era vagabundo demais para acreditar em mim. 

Acabei me casando  mas  assim que me separei seu nome me veio na cabeça. 

Ele era um daqueles casos inacabados que a gente passa a vida se arrependendo de não ter ido em frente. 

Gosto de vagabundo,   

de homem com cara de safado e maldade no olhar.  

Ele é desses caras que a gente sabe que faz mal,   

mas se treme inteira quando ouve a voz.  

Corpo tatuado e com boas curvas,  

pernas torneadas e uma mão forte.  

Sabe bem o que faz e gosta de dominar,  

te usa como quiser e quando quiser.  

Assim que nos falamos, já decidimos nos encontrar  

e ele foi me buscar em casa.  

Que filho da puta gostoso,  

mal entrei no carro já agarrei ele pelo pau.  

Ajoelhei no chão, no lugar do passageiro,  

e comecei a demonstrar todo o meu talento.  

Antes mesmo de chegar  já foi a sua primeira gozada.  

Sua casa já tinha todo um clima sensual,  

luzes apagadas e uma cama no meio da casa.  

Eu estava com tanta vontade que não aguentei,  

já me coloquei de joelhos novamente.  

Eu sentia o tesão dele em mim,  

em como ele gemia quando sentia que   

sua rola passava pela minha Garganta,   

como aquilo te deixava excitado.  

E eu continuei até me lambuzar novamente com seu gozo.  

Mas a noite ainda estava começando,  

ele me levou para a cama,  

me vendou, amarrou minhas mãos   

e me colocou de quatro.  

Ali começou a me chupar e me lamber toda,  

eu já não aguentava mais de tesão.  

Ele começou a me penetrar com seus dedos,   

enfiou o máximo que conseguia,  

eu queria muito sentir seu pau me fodendo.  

Mas ele me castigava,  

me fodeu com as mãos e   

me dizia o quanto eu era grande,  

que cabia mais.  

Eu me tremia inteira,  

minha buceta sendo arregaçada,  

ele pegou um consolo,  

começou a foder minha buceta.  

Eu toda melada gritava de tesão.  

Foi quando te senti 

senti sua rola enfim.  

Ele enfiou seu pau 

junto com o toy na minha buceta.  

Me arregaçava o filho da puta.  

Eu gritava e tremia.  

Foi quando tampou minha boca  

e começou a me enforcar.  

Tirou o pau da minha buceta e  

socou no meu rabo.  

As lágrimas escorriam,   

meu ar faltava.  

Suas mãos fortes   

me sufocando,  

eu não aguentava mais de tanto tesão.   

Meu gozo escorreu pelas pernas que tremiam.  

Filho da puta, canalha!  

Me fodia com tanta raiva,  

tanta força.  

Não parou até gozar novamente.  

Eu confesso que ali eu soube,  

ele seria meu vício, minha droga.  

No caminho de volta eu ainda queria te sentir,  

cai de boca naquela rola deliciosa. 

A rola mais saborosa.  

Me deliciei com seu gozo mais uma vez.  

E nem ele acreditava,  

gozava de novo e ria.  

Me chamava de cadela.  

Me disse que nunca mais.  

Ele pode até me fazer esperar,  

mas sei que sempre vai voltar.  

Meu lixo. 

 
 
 

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