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Aventuras no trabalho - Gerente da TI

Essa semana me peguei lembrando das aventuras no trabalho, confesso que esse é um tema que merece até uma série de contos.

Mas hoje vou contar a história mais recente, que foi a que me fez pensar nesse tema.

Eu trabalho no varejo de vestuário a mais de 15 anos, sou da área comercial e tenho um cargo razoável.

Apesar de ser uma pessoa descontraída e de ter um estilo menos conservador, preciso manter uma postura mais profissional.

Mas nem sempre a gente consegue, não é mesmo?

Na minha área é muito raro ter um homem atraente, a maioria é gay ou coxinha demais. E eu nunca me atrai por homens muito arrumadinhos.

Mas nessa empresa tinha um homem que me atraia muito, o gerente da TI.

Um preto lindo, gostoso, que usava um perfume que me fazia querer grudar no seu corpo.

Eu nunca falo aqui sobre a minha preferência por homens pretos, por não querer objetificar  e saber que não é correto.

Porém confesso que homens pretos mexem demais comigo, gosto do contraste das peles, do cheiro , dos traços e sim, eu amo um rola preta.

A coisa mais linda é uma rola preta de cabeça vermelha, só de pensar minha boca saliva.

Enfim, esse delicioso mexia demais com todos os meus sentidos.

Sua voz grave me fazia tremer, seu cheiro me deixava no cio, te ver me fazia babar e eu ansiava pelo momento em que nossos corpos se tocassem e eu pudesse sentir seu gosto.

No começo eu só olhava disfarçadamente, mas eu não consigo me controlar. Quando eu quero alguém assim eu sou impulsiva, eu perco o pudor e até o bom senso.

Sempre que ele passava por mim eu o olhava com fome, como se o despisse com os olhos.

E é lógico que ele não demorou muito para perceber, no começo ficou meio tímido e confuso.

Eu sei deixar alguém embaraçado e ainda consigo causar alguns tropeços.

Ele começou a me olhar também e a vir mais vezes ao meu andar. Sempre fazia questão de passar próximo a minha mesa, me lançava aquele olhar safado meio tímido e eu ria com o canto da boca.

Confesso que minha buceta contraia todas as vezes que eu o via e meu coração acelerava, algumas vezes eu precisava ir no banheiro para me tocar.

Quantas vezes não gozei no banheiro da empresa por conta desse desejo.

Nos esbarrávamos as vezes no elevador, mas era sempre um “bom dia” ou “boa tarde”, nunca rolou uma conversa.

Até que eu assumi um projeto de implantação de sistema e precisei ficar mais próxima a ele.

Já na nossa primeira reunião o clima era de muito tesão, se concentrar no trabalho ficou difícil.

Nos olhávamos com tanta fome que cada movimento da boca parecia um convite.

Depois de meses apenas nos olhando, lá estávamos nós dois, trancados em uma sala sozinhos.

Paredes de tapume sem janelas, ar condicionado e uma mesa grande e convidativa.

O único problema,  nenhuma das salas tinham chaves.

Resistimos a nossa primeira reunião, mas era um projeto longo e nossa agenda tinham reuniões semanais.

Na semana seguinte eu fui malvada, eu gosto de provocar e esse joguinho de sedução me excita demais. No dia da reunião usei um vestido mais curto e com um decote mais profundo, usei saltos o que não é um costume meu.

Entrei na sala é lá estava ele, aquele homem de quase 2mts de altura, vestindo uma calça de alfaiataria num tom de azul e sapatos de couro. Olhei o tamanho daqueles pés e não pude evitar o pensamento no tamanho da sua rola.

A calça justa apertava suas coxas e eu me perdia na camisa marcando seu peitoral definido, puta que pariu, que filho da puta gostoso! E aquele perfume, foda quando o cheiro de alguém entra na sua mente.

Eu não sou ninguém na frente de um homem assim, perco a razão , viro uma cadela no cio.

Mas eu tentava me controlar, ele sabia da minha vontade. Homens assim sabem quando uma mulher o deseja, eu também sabia que ele me queria.

Via seus olhos se perdendo no meu decote, seu sorriso e as mãos inquietas.

Sai para buscar um café, aproveitei e passei no banheiro para tirar minha calcinha.

Voltando para a sala sentei ao lado dele, ele me olhou sorrindo e disse “ aí você apela né”.

Sorri de volta e com a cara mais desaforada possível disse “Ok” e fui me levantar para me mudar de lugar.

Mas ele me segurou pelo braço, me puxando de volta na cadeira.

“Agora você vai ficar, cadela!”

Só nessa fala minha buceta já melou inteira, meu coração ficou acelerado e senti fisgadas no colo do útero.

Ele ainda me segurando pelo braço, sussurrou perto do meu ouvido, “ você tá querendo minha pica né vagabunda, acha que eu não vejo a forma que me olha? Que eu não sei que você fica imaginando que tamanho é meu pau? Quer pegar nele, não é?”

Meu coração pulsando na garganta e na buceta, o corpo mole e a sensação de êxtase de sentir seu cheiro e te ouvir falando daquele jeito, junto ao medo de sermos pegos ali.

Que tesão da porra!

Eu mal conseguia falar, fico sem reação quando um macho me pega mais forte. Toda minha postura se perde, sou uma cadelinha obediente e submissa .

Só afirmei com a cabeça e fiz cara de cadelinha sem dono, implorando pela pica daquele homem delicioso.

Ele me olhava firme, franzindo a testa . Me mandou pegar meu computador, me levantei para puxar o note que estava do outro lado da mesa, ficando meio que debruçada na mesa, com a raba empinada do lado dele.

Ele colocou as mãos na parte interna das minhas coxas, eu já quase me mijo toda.

Aquela mão enorme começou a me invadir e eu congelei sem conseguir puxar o note, e se alguém entrasse?

Eu ali, debruçada na mesa e ele com a mão enfiada na minha buceta toda melada.

Voltei rapidamente para a cadeira e trouxe o note, me afastei um pouco e me recompus.

Ele se afastou também e eu pude ver seu pau marcando a calça clara.

Puta que pariu que volume lindo, ele segurava o pau com força e minha boca salivava.

“ olha o que você fez sua cadela!

Aqui, não queria ver o tamanho do meu pau? Tá bom pra você puta?”

Eu ri toda orgulhosa do meu trabalho, como eu queria ver aquele canalha de pau duro. Quantas vezes não tinha imaginado essa cena, e que alegria a minha em descobrir que sua rola condizia com seu pé.

Bebemos uma água e nós acalmamos, tínhamos pouco tempo para a reunião acabar.

Ele precisava se recompor para sair, eu deixei ele lá sozinho e fui para minha mesa ainda com o rosto avermelhado e o corpo trêmulo.

Recebi uma mensagem, com o endereço do motel e o texto “saída para o almoço as 12h”.

Ainda eram 11h e juro que aquela foi a hora mais longa que eu já esperei.

A vontade de saborear aquele homem era tanta, que os minutos não passavam.

Enfim 12h, peguei minhas coisas e avisei a equipe que iria resolver algum problema no horário de almoço e que demoraria um pouco mais.

Peguei meu carro e esperei ele no motel combinado.

Estava ansiosa e cheia de tesão, quando ouvi ele chegando meu coração disparou.

Ele abriu a porta com a cara mais canalha que eu já vi, “Sua piranha, safada! Fica me encarando na frente de todo mundo puta!

Doida pra me dar né?”

Sim, como eu queria aquele homem!

Ele me beijou com os lábios mais gostosos que eu já provei, adoro lábios grossos e saliva farta.

A fome da gente era tanta que mal nos falamos, só queríamos arrancar nossas roupas e foder logo.

Segurei firme seu pau e que delicia de rola grossa, eu não consegui disfarçar minha alegria e ele percebeu.

“Puta!!! Gosta de uma rola preta né cachorra!”

Sim!!!! Não gosto de dizer isso, mas sim!!!!

Eu amo uma rola preta!!

Surto, entro em transe, me transformo!

É um tesão diferente, ainda mais quando é um macho assim que me pega com força e me arregaça com vontade.

Eu quis me por de joelhos, mas ele estava com fome. Queria era me foder logo, me botou de quatro e cuspiu no pau, Deslizou pra dentro da minha buceta melada e eu senti a cabeçona me atravessando.

Affffffff....como é delicioso quando sinto a cabeça do pau deslizando dentro da minha buceta.

Ele me segurava pelas ancas e socava a rola em mim, eu gemia alto enquanto ele me fodia.

Sentia seu pau todo pulsando dentro de mim.

Eu já estava em transe, minha buceta apertava aquele pedaço de carne, contraia de tesão.

Meu gozo escorria pelas pernas, fazendo uma poça na cama.

Ele continuava socando e batendo com força na minha bunda.

Eu não Parava de gozar e gritava de dor e prazer.

Minha bunda toda vermelha, com aquela mãozona carimbada na pele.

Senti a respiração dele aumentando junto com seus urros e o pau quase explodindo.

Queria sua porra jorrando dentro de mim, gosto assim, no pelo.

Gosto de sentir o prazer de uma gozada dentro da buceta.

Do pau latejando e explodindo.

Que tesão que é a porra escorrendo da buceta ainda contraindo.

Caímos exaustos e rindo,

Que delicia que é realizar uma fantasia e saciar um desejo.

Voltamos para o trabalho com a cara mais lavada e seguimos nos esbarrando por aí. 

 
 
 

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