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Meu Corninho - Primeira Aventura

Foram meses de tesão reprimido,

Ligações quentes e chamadas de vídeo. 


E após um longo tempo alimentando nossas fantasias, finalmente aquele pau ia me fuder.


 Ele  me chamava de fêmea, exaltava a minha feminilidade e alimentava minha libido com suas fantasias.


 Seus segredos confessados me molhavam toda e sua rola grossa me fazia babar.


 Marcamos em um bar na Augusta.


 Vesti um top de renda, uma calcinha asa delta de fio e uma legging pink, marcando bem minha buceta.


Era uma das taras dele,

Me queria bem piranha.

Desfilando minha bucetona para todos verem.


 Cheguei no bar e os olhos se viravam para mim, pedi uma cerveja no balcão e aguardei meu macho.


 Já havíamos combinado esse atraso,

A intenção dele era justamente fazer os olhos dos homens do bar se voltarem para mim.

E funcionou.


 Logo fitei um moço forte e tatuado que quase me comia com os olhos.

Eu sorri de canto de boca com a minha cara mais safada,

Peguei meu copo e fui para a calçada.


 Acendi um cigarro e Logo o moço do bar veio em minha direção.


 Conversamos por um tempo até que meu macho chegasse.


 Quando ele chegou, meteu a mão na minha bunda e me beijou um beijo molhado, lambendo meus lábios no final.


 Apresentei os dois e o moço do bar todo sem graça pediu licença para se retirar.


 Foi quando meu macho perguntou para ele porque ele não se juntava a nós para beber uma cerveja.


 Eu firmei meu olhar no rapaz, com meu sorriso de canto de boca e soltei um


 "Fica gostoso! Vamos nos divertir os três."


 O rapaz deu uma balançada e meu macho afirmou minha fala, dizendo que iríamos nos divertir muito juntos.


 Meu tesão era tanto que eu não conseguia parar de sorrir e morder os lábios.


 O moço percebeu nossa intenção, questionou mais uma vez se tudo bem ficar, mas apesar de confuso ele se animou.


 Eu via o desejo nos seus olhos.


 Sentamos na mesa e logo Meti as mãos na coxa do moço.


 Meu Corninho me Olhava realizado.


 Sua euforia e tesão estavam estampadas em sua cara.


 Ele via minha mão quase acariciando o pau do desconhecido.


 Foi quando meu homem se levantou e quase como uma ordem disse para irmos.


 O moço, que já estava com o pau explodindo nem questionou para onde iríamos.


 Eu sussurrei em seu ouvido,

"você vai me comer neh?"

 E sorri.


 Ele Salivando puxou meu cabelo da nuca e me chamou de vadia.


 Minha buceta contraiu e eu senti o melado escorrendo dela.


 Fomos para um dos hoteizinhos ali perto.


Na porta o homem me prensou na parede,

Me segurando pelo pescoço e enfiando a mão na minha buceta encharcada.


 Ali eu já quase gozei.


 Mas meu macho veio,

 Me puxando pra si,

 Dizendo para subirmos para o quarto.


 Subimos as escadas estreitas rindo,

 Tomei mais alguns tapas na bunda no caminho.


 Quase derrubamos a porta Do quarto.


 Enquanto o homem desconhecido se lavava meu macho arrancava minha roupa me chamando de cadela.


 Dizendo que eu ia tomar muita rola, do jeito que eu gostava.


 Eu queria sua rola mas ele se negava,

Disse que só me daria se eu me comportasse.


 O desconhecido veio, com seu corpo tattatuado e seu pau latejando.


 Meu macho posicionou uma poltrona do lado da cama, autorizou o desconhecido a me usar como ele quisesse.


 " Come essa vagabunda", ele dizia.


 "Pode socar com força que ela aguenta"


 O rapaz não fez cerimônia nenhuma.


 Me pegou com força Pelos braços,

 Me chamando de putinha.

Me jogou de bruços na cama e me mandou empinar a bunda.


 Eu me tremia de tesão, virei a cabeça para o lado em que meu macho assistia.


 Queria olhar em seus olhos o tempo todo,

 Queria ver seu tesão me assistindo.


 O estranho afundava a cara na minha raba,

Se deliciando com todo aquele melado,


 Eu me contorcia e implorava por seu pau.


Ele cuspiu na minha buceta e me fudeu com ódio.


 Seu urro forte me deixava maluca.


 Eu gemia alto de prazer.


 Que delicia ser fodida e ver meu macho se masturbando, olhando fixo nos meus olhos e me chamando de cadela suja.


 Ele não conseguiu ficar assistindo por muito tempo,

Levantou-se com sua rola pulsando, com as veias saltadas e a cabeça babando, me pegou pelos cabelos e socou em minha garganta em quanto o outro ainda estocava em mim sem parar.


 Ele me prendia, precionando minha cabeça e Me sufocando com sua rola.


 Eu me afogava com minha baba e as lágrimas escorriam dos meus olhos.


 A cada engasgada minha buceta se contraia e o homem urrava.


 Eles me usavam e eu ria de prazer.


 Meu homem chamou o rapaz para provar meu boquete, mostrando como eu engolia seu pau inteiro.


 Foi quando os dois testaram para ver se eu engolia os dois de uma vez...


 E sim, aqueles dois paus cabeçudos cabiam na minha boca.


 Eles riam e meu macho se gabava dos meus dons, de como a puta dele era talentosa.


 Meu macho ofereceu meu rabo,

Mandando eu empinar bem minha bunda,

 Abriu ela e cuspiu no meu cuzinho,  preparando para o homem socar nele.


 Ele ficou ali me segurando para que o estranho fudesse meu rabo.


 E ele deslizou aquela cabeçona no meu cú.


 Eu gritava de dor e prazer.


 Meu homem abafava meus gemidos socando sua rola na minha boca.


 Os dois me usavam como queriam e eu já não aguentava mais de tanto tesão.


 Me rendi ao gozo e não consegui segurar,

Mijei enquanto gozava e o homem percebendo começou a socar mais forte


 Meu macho ficou assistindo,


 Dizendo "isso puta, mija nele",


 "Goza vagabunda"


 O homem desconhecido não parou, continuou estocando no meu rabo sem dó, socava todo seu pau, até que seu urro forte saiu junto com seu leite que encheu meu cuzinho.


 Eu senti seu pau jorrando dentro do meu rabo e sua porra quente escorrendo.


Quando enfim ele parou de me fuder.

Cai na cama suada e toda lambuzada dos nossos fluídos.


 O homem saiu de cima de mim,


 Acendi um cigarro ainda sorrindo.


 Saindo da ducha o moço se despediu com um sorriso no rosto e a cara de satisfação.


 Meu homem fechou a porta e quando fui me levantar para me lavar ele me segurou pelos braços, sorrindo e me perguntando onde eu estava indo.


 O canalha não tinha gozado!


 Ele me queria suja, me queria melada da porra do outro.


 Queria se lambuzar em nossos fluídos.


 Me sentou na beirada da cama e afastou minhas pernas, se colocando de joelhos a minha frente.


 Me lambeu as coxas e a virilha, até chegar na minha buceta inchada e enxarcada.


 Ele sugava minha buceta como se quisesse aproveitar cada gota dos fluídos que ainda estavam ali.


 Me virou de bruços e ainda de joelhos afundou sua cara na minha raba


 Lambendo meu cuzinho cheio de porra do rapaz desconhecido.


 Ele saboreava e se masturva,


 Montou em mim e enfim senti sua rola grossa e veiuda na minha buceta, que de tão inchada estava apertada.


 Senti sua cabeça grande Deslizando na minha buceta melada


 Ele ficou um tempo ali só Escorregando a cabeça do pau no Melado da buceta.


 Deslizou bem devagar sua rola grossa,


 Eu me tremia e contorcia.


 Canalha me fode logo!!!


 Mas que delicia essa rola,


 Como eu quis te sentir.


 Contorcia meus pés e te prendi em minhas coxas.


 Meu gozo melou mais ainda seu pau.


 E ele sorria,


 Deslizando a cabeça no meu clitóris e jorrando seu leite na minha buceta.


 Senti seu leite se misturando com meu gozo.


 Canalha delicioso.


 Corno safado.


 Que delicia ser sua.


 Que prazer te fazer gozar.


 
 
 

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1 comentário


adorei o conto, apesar de eu ser submissa, seu conto cuck me deixou bastante excitada

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