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Libertina a Festa

Sempre gostei de experimentar, porém nem sempre fui livre de preconceitos e julgamentos.


 Apesar de nunca ter tido muito pudor ou vergonha, me libertar dos julgamentos e me permitir foi um processo de Desconstrução dos últimos anos.


 As vezes a gente nem sabe que deseja algo, as vezes nos descobrimos sentindo prazer em algo inusitado, nunca imaginado antes.


 Sempre gostei de me exibir, de trepar em público ou em lugares inusitados, da pegada forte com um pouco de violência. Porém nunca me considerei praticante de BDSM, mesmo sabendo que uso muitas das práticas.


 E a algum tempo venho me interessando mais por novas práticas, conhecendo e me permitindo experimentar.


 Passei a sentir novos desejos, coisas que antes não me excitavam, agora me deixam cheia de vontade e tesão.


 Há algum tempo comecei a sentir vontade de estar em uma festa fetichista, mas ainda estava muito perdida, tentando entender um pouco mais do role.


 Foi quando soube da festa Libertina e sua proposta, imediatamente me interessei, principalmente pelo fato de poder experimentar.


 Por mais livre e desprendida que eu me considere, ainda carrego algumas travas.


 Algumas estão se partindo com minha maturidade, mas outras ficam ali meio entranhadas no meu subconsciente.


 Eu tinha receio de ir em uma festa e ser julgada por não ser do “meio”, por não ser praticante e até mesmo por não ter um corpo padrão.


 Então pra mim, a proposta de uma festa onde teriam mais pessoas que assim como eu “não eram do meio”, me animou demais. Logo na primeira semana de divulgação já comprei meu convite.


 Decidi que iria sozinha mesmo, queria muito conhecer as pessoas que sigo e com quem já conversei. Queria ver as apresentações e queria muito poder experimentar tudo que me desse vontade.


 Acabou que um grande amigo, aqui conhecido como “meu mentor”, decidiu que também iria e levaria também uma parceira sua.


 Me montei em um look preto bem sensual, um body de cirre e renda, meias arrastão com ligas, saia


 longa de lurex transparente, que revelava a calcinha fio dental bem enfiada no meu rabo. Caprichei na make, olhos pretos e batom vermelho sangue.


 Eu gosto de me produzir de forma sensual, gosto da produção da noite, de lingerie sexy, rendas e do brilho.


 Gosto de me ver assim, parece que me liberto. Me sinto mais poderosa.


 Chegamos na festa, desci do carro um pouco tímida, não esperava uma fila na rua, me senti exposta inicialmente, mas a vergonha passou bem rápido, dando lugar para uma euforia gigante.


 Atrás de mim uma das dommes que eu mais acho gata, segurando sua sub pela coleira.


 Eu segurei a tiete que me habita, quase berro, “Maravilhosa!!!!!!”


 Logo passaram mais alguns rostos bem conhecidos, então ali na fila eu já entendi o que aguardava por mim lá dentro.


 Já na recepção o delicioso de um dos casais que mais me apoiaram me reconhece e me dá um abraço delicioso, é muito prazeroso conhecer pessoas que você admira e que gostam do seu trabalho.


 Quando entro no espaço a euforia me toma, como uma criança em um parque de diversões.


 Gente bonita, looks lindos e excitantes, shibari, velas, palmatorias, chicotes e muita arte.


 Tudo exala sensualidade e me sinto muito à vontade.


 Pego um drink, deixo meus amigos e parto para minha aventura.


 Minha excitação se mistura com a euforia de experimentar e conhecer pessoas com quem conversei apenas virtualmente, pessoas deliciosas por quem tenho muito tesão.


 No caminho mais alguns abraços e apresentações, um xero no pescoço delicioso de um dos atores +18 que eu mais admiro.


 A acessibilidade e simpatia de todos me deixa ainda mais a vontade, assisto algumas apresentações e decido que é hora de experimentar.


 Comecei com Wax Play, nunca havia experimentado velas no corpo.


 Testei a temperatura das velas antes de começar, eu sempre fui bem resistente a dor.


 O teste foi feito no antebraço, fiquei meio decepcionada porque não senti nada.


 Mas fiquei ali aguardando minha vez, aproveitando e assistindo outras pessoas o que era bem excitante.


 Então chegou minha vez, pedi para que derramasse na minha bunda.


 Me posicionei de quatro, bem empinada, do jeito que eu gosto de ser fodida.


 Então o tesão aumentou, afinal adoro me exibir e de quatro eu me sinto muito confiante.


 Do meu lado uma deliciosa tinha os seios sendo cobertos pela cera das velas que escorriam pela sua pele e eu sentia as gotas quentes escorrendo na minha bunda, uma sensação gostosa e prazerosa.


 Não sentia dor, mas sentia um tesão enorme nas pessoas ao redor assistindo.


 Que delicia é ser vista assim, minha buceta já começava a contrair.


 Assim que a seção terminou eu sabia qual era meu próximo play.


 The fucking place.


 Continua Parte II

 
 
 

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