A putinha do cursinho - Casa Abandonada
- Dots Contos
- 23 de ago. de 2025
- 5 min de leitura
Eu continuava obstinada na minha missão de humilhar o otário que achou que seria uma boa ideia me trair.
Nessa altura eu já o tratava com tanto desprezo que ele parecia um cão vira-latas atrás de mim.
A tia da cantina era cúmplice dos meus crimes profanos e se divertia com minhas histórias .
No segundo semestre do ano eu já era a mais vagabunda daquele lugar e minha fama era incontestável, todos queriam me foder.
Foi quando as aulas da segunda turma começaram e um aluno novo me chamou a atenção.
A vida é engraçada as vezes, no mesmo ano em que conheci a menor rola da minha vida, me vi também sendo desafiada pela primeira vez.
Alex, deveria ter mais de 1,90 de altura, careca, forte e de lábios grossos. Assim que botei os olhos nele meu coração disparou e senti aquela fisgada na buceta, daquelas que sobe pela pelve.
No mesmo dia, durante o intervalo, fui fumar um cigarro e lá estava ele encostado na parede, com aquela marra de maloqueiro que eu amo. Não perdi tempo, fui lá pedir um isqueiro .
Ele foi acender meu cigarro e eu o olhei nos olhos com meu olhar mais safado de vagabunda no cio.
Ele retribuiu no mesmo nível, vagabundos se reconhecem no olhar.
Me mediu dos pés a cabeça, parecia me despir com os olhos, me puxou pelo braço e Sussurrou no meu ouvido:
- Já ouvi falar de você e estou curioso, acho que vamos ser bons amigos.
Um arrepio me subiu do cóccix até o pescoço, senti meus mamilos enrijecerem e minha buceta contrair.
Me contive, apenas sorri e saí em direção ao Corninho que já nos observava com uma cara de insatisfação e desconfiança, mas ao chegar ao seu lado te beijei com vontade, lambendo seus lábios, puxando seus cabelos cacheados e contraindo meu corpo contra o seu.
Ele não se segurava, toda vez que eu te pegava assim seu pau ficava duro e ele amolecida.
O outro observava e sorria, parecia gostar da ideia do proibido.
Para ajudar no segundo semestre meu Corninho desistiu do curso, decidiu cursar fotografia. Sim, ele foi o primeiro fotógrafo da minha vida.
Mas apesar de abandonar o cursinho ele batia cartão no boteco do lado, então eu tinha que viver me esquivando para não ser pega.
Alex e eu fazíamos algumas aulas juntos, numa época em que smartphones não existiam, a forma de comunicação era por bilhetes.
Eu passei por ele e entreguei um pedaço de papel, nele uma mensagem direta.
“Me fode! Te espero na esquina depois da aula”
Ele leu o bilhete, sorriu e acenou com a cabeça.
Aquele olhar safado me devorando, que tesão saber que ia foder com aquele cara delicioso .
A aula terminou e sai apressada, tentando não ser vista. Fui para uma esquina escura, numa mistura de desejo e medo.
Ele veio de moto e andamos pelas ruas mais desertas do Butantã, até que ele parou ao lado de uma casa vazia com placa de vende-se.
Não tínhamos dinheiro, era só tesão e uma vontade enorme de foder.
Descemos da moto, ele me puxou pro seu corpo me engolindo com sua boca, senti seu pau enorme explodindo na calça jeans enquanto nos fartávamos em nossas salivas.
Ele descobriu meus seios com meus mamilos enrijecidos, enfiou eles quase inteiros em sua boca enorme, fazendo com que minhas aureolas relaxassem e ficassem novamente grandes e bem rosadas.
Minha buceta latejava e babava, que vontade de foder!
Ele me pressionou no muro, subiu minha saia, afastou minha calcinha e enfiou os dedos grossos na minha buceta melada.
Eu me tremia e segurava seu pau pela calça, que pau enorme! Até então eu nunca tinha tocado um pau daquele tamanho, fiquei surpresa e uma euforia me tomou conta.
Alguns carros passavam, era excitante mas não conseguíamos foder.
Foi quando decidimos pular o muro da casa, verificamos se a casa estava vazia e entramos.
O perigo e o proibido nos excitava mais ainda, Alex me pegou pelos cabelos da nuca, puxando meu corpo e me posicionando de joelhos.
Abriu o zíper da calça e me revelou aquele pau enorme e cabeçudo.
Eu nunca tinha visto um pau grande antes, estava tão surpresa e excitada, minha boca salivava de vontade daquela rola.
Comecei pela cabeça,
saboreando a gota que escorria,
o cabeça deslizou na minha boca e a preencheu toda.
Que pau delicioso.
Salivei bastante,
deixando aquele Lindo pedaço de carne todo melado.
Estávamos na varanda da casa, Alex me levantou e disse que queria me ver nua.
Eu estava com medo de ser pega, mas sentia um tesão tão grande com esse perigo. Me afastei mantendo meu olhar fixo nos olhos do rapaz, ele mantinha sua cara de safado.
Comecei a tirar minha roupa, revelando minha pele branca e macia, meus seios fartos e rosados.
Alex me observava e segurava seu pau com força, apertando tanto que as veias pareciam explodir.
Me puxou e me colocou Inclinada em uma muretinha, afastou minhas pernas, deixando minha raba bem empinada e aberta, na altura certa para me comer.
Deslizou a cabeça do pau na minha buceta e enfiou o cacete todinho, senti uma dor deliciosa, tive que me segurar para não gritar. Ele estocou na minha buceta duas ou três vezes, lentamente e minhas pernas se dobraram.
Eu não conseguia aguentar aquela rola, sentia como se ela me rasgasse por dentro. Alex riu, ele sabia que me machucava e gostava de ver minha dor.
Eu também sentia prazer nessa dor, de uma forma nova.
Ele me puxou de novo pelos cabelos, de forma bruta, trazendo meu ouvido até sua boca.
Me perguntou se eu gostava da dor, eu afirmei com a cabeça e disse,
“ Quero que me arregace todinha”.
Foi quando eu vi a maldade no olhar de um homem pela primeira vez, um olhar que me excitava de uma forma nova.
Alex me conduzia pelos cabelos, colocou me de joelhos novamente, me deu dois tapas fortes na cara e socou a rola na minha garganta, segurando minha cabeça e me empedindo de respirar.
Eu sufoquei e engasguei com a rola e toda saliva, meus olhos lacrimejavam e minha buceta pulsava.
Ele me mandou ficar de 4 no chão, socou seu pau na minha buceta, estocando sem dó, batia na minha bunda com força, eu sentia queimar e aquela dor me levava para outro lugar. Me esquecia que estávamos na rua, ele me mandava calar a boca, a tapava com as mãos e as vezes prendia minha respiração, segurando meu nariz ou segurava firme meu pescoço, me fazendo sufocar.
Eu queria gemer, gritar, mas ele não deixava.
Cuspiu na mão e começou a foder meu cú com os dedos enquanto arregaçava minha buceta.
Eu gemia abafado, mas queria gritar.
Sentia dor e desejo,
Um prazer que eu não tinha experimentado antes.
Minhas pernas tremiam,
Eu gozava e ele não Parava de me foder.
Quando sentiu as contratações da minha buceta ele tirou seu pau melado e deslizou no meu rabo.
Canalha !!! Filho da puta!!!!
Aquela cabeçona enorme atravessou meu cú,
eu nunca tinha feito sexo anal.
Senti uma dor absurda, misturada com o tesão do meu orgasmo. Eu chorava e ria, numa mistura de sensações.
Meus joelhos esfolado e ele Arregaçando meu rabo.
Eu continuava a sentir as contratações na minha buceta, elas não paravam.
Minhas pernas tremiam e eu não conseguia mais me manter de joelhos.
Ele continuava a me foder violentamente, apertando forte minha bunda que ainda ardia dos tapas.
Senti o ritmo acelerar e sua respiração ficando ofegante,
eu ansiava pelo seu gozo.
Queria ele Enchendo meu cu de porra.
E assim foi, uma urrada linda que me arrepiou inteira.
Que lindo é ver um homem urrando na hora da gozada.
Senti a porra jorrando dentro do meu rabo e escorrendo quando ele tirou o pau.
Eu mal conseguia me levantar.
Alex me deu as mãos e me acolheu em seus braços largos.
Pegou minhas roupas, ajudou a me vestir e me deu um beijo na testa.
“agora você é minha putinha!”
Foi o que ele me disse com um sorriso canalha e uma cara de satisfação.
Eu sorri ainda tremula e disse sim.

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